O sinus pilonidalis, também conhecido como quisto sacrococcígeo, é uma patologia bastante comum. Trata-se de uma inflamação na pele ou tecido subcutâneo na região das nádegas (cóccix) que gera um abcesso, sendo esta a causa da dor local. A incidência é de 26 casos por 100.00 habitantes e é mais frequente em homens jovens devido à maior quantidade de pelo existente no corpo, mas este quisto também afeta mulheres.

Por ter alto risco de recidiva (pode voltar a aparecer após ter encerrado), o recomendado para tratar o sinus pilonidal é a cirurgia, laserterapia ou o tratamento a laser, sendo a depilação a laser díodo uma forma preventiva e eficaz, já que o pelo não volta a nascer.

Se desejas saber como tratar o quisto sacrococcígeo e as vantagens da depilação a laser, recomendamos-te que continues a ler.

O que é o sinus pilonidalis?

A doença pilonidal é um sinus (seio), ou quisto na região sacrococcígea (no início do sulco interglúteo) e normalmente está associado a uma causa: quando os pelos crescem para dentro da pele, o que desencadeia uma reação inflamatória devido ao seu trajeto inverso.

como o sinus pilonidalis se forma

Na fase inicial nota-se um inchaço que gera muito desconforto e dor, tornando a região sensível ao tacto e dificultando movimentos do quotidiano como sentar ou vestir-se. No processo inflamatório formam-se abcessos subcutâneos altamente dolorosos, eritema e pode estar associado a febre. Por vezes, é necessária a drenagem cirúrgica através de uma incisão na pele.

Existem alguns fatores de risco que estão frequentemente associados a esta doença como a obesidade, ausência de actividade física, excesso de pelos na região interglútea, permanecer muito tempo sentado gera irritação local. É importante saberes que a higiene pessoal não tem influência no aparecimento deste quisto.

Quisto sacrococcígeo: como tratar

Existem medidas preventivas que ajudam a eliminar os fatores de risco, nomeadamente evitar usar roupas muito apertadas, evitar permanecer muito tempo sentado e realizar depilação a laser na região.

Para casos mais graves, o tratamento para a doença pilonidal mais convencional é através da remoção cirúrgica. No entanto, essa técnica exige um pós-operatório longo, doloroso e trabalhoso. Outra possibilidade de tratar o quisto é através da laserterapia, uma forma menos invasiva de tratar a doença, mas que ainda pode gerar dor e desconforto, além de ser indicado para pacientes que estejam na fase crónica da doença ou em casos de recidiva.

Felizmente, já é possível evitar a recidiva do quisto pilonidal através da depilação a laser díodo. Conhece mais sobre estes tratamentos.

Tratamento cirúrgico

O tratamento mais comum é a excisão em bloco dos sinus para a retirada da pele e da gordura envolvente que pode ser com ou sem encerrando, ou seja, encerrar a ferida com pontos (encerramento primário), ou é deixada a ferida aberta para a cicatrização (encerramento secundário).

O tipo de excisão, normalmente, esta associado a recidivas. Se o encerramento primário for feito com a cicatriz na linha média há mais riscos de recidivas. Segundo o Hospital de Santa Maria Porto, esta técnica tem taxas de recidivas superiores a 20%.

Mas esta técnica gera algum desconforto como dor pós-operatória em casos de tensão entre os bordos do encerramento, eventualmente pode ocorrer infeção que obriga a uma drenagem da ferida e as grandes cicatrizes.

A técnica de excisão em bloco com cicatrização secundária é menos dolorosa e não tem risco de infeções, no entanto, o processo de encerramento completo da ferida leva mais tempo.

Tratamento com laserterapia

A laserterapia envolve a curetagem dos trajetos e a sua obliteração, sem a necessidade de novas incisões. Esta técnica consiste em limpar completamente os trajetos para remover todo o tecido e, em seguida, é feita a cauterização dos trajetos, assegurando que não haja locas onde o sinus possa produzir-se posteriormente, segundo a Dra. Carmen Maillo do Hospital Lusíadas. Por ser uma técnica minimamente invasiva, permite uma recuperação mais rápida, e o procedimento é realizado em ambulatório, ou seja, a pessoa não precisa de prenoitar no hospital.

A Dra. Carmen Maillo informa que esta técnica é indicada para doentes com recidiva que já tiveram a extração completa do sinus pilonidal em cirurgias anteriores, sendo excelente se os trajetos do sinus pilonidalis estiverem bem identificados e não está indicada quando existe uma infeção aguda com abscesso.

Sinus pilonidal: como funciona o laser díodo

A depilação a laser díodo é uma técnica inovadora para o tratamento do sinus pilonidalis como preparação para a cirurgia ou para evitar recidivas, uma vez que o motivo principal para as recidivas do sinus é a existência de pelo.

O mais cómodo é realizar uma depilação definitiva a laser quando o quisto estiver completamente cicatrizado. Em casos em que a cirurgia foi feita recentemente, a depilação a laser só pode ser realizada cinco semanas após a recuperação ou até que esteja totalmente cicatrizado.

A depilação a laser é o único método capaz de eliminar os pelos de forma eficaz, portanto, nenhum outro método de depilação consegue impedir o crescimento dos pelos.

Com a Láserum Technology, o teu tratamento é praticamente indolor e o pelo é eliminado diretamente na raiz. A tecnologia do nosso laser dá resposta a todos os tipos de peles e pelos, com segurança e eficácia, prevenindo a ocorrência do sinus pilonidal.

Como é que o laser elimina o pelo? É feito o disparo de laser díodo, o que faz o pelo aquecer e conduzir o calor até à raiz. O calor expande destruindo as células, o pelo cai e o folículo piloso deixa de gerar novos pelos. 

Com o decorrer das sessões a capacidade de a raiz produzir pelos vai diminuindo. O número de sessões necessárias depende de fatores individuais, como a cor da pele e dos pelos.

Na Láserum podes fazer a depilação a laser em zonas soltas nos glúteos, perianal e sacro ou podes aproveitar nossos packs para homem e mulher.

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